Acesse o Link dos Vídeos e veja alguns momentos da gravação…
em breve mais…
Um Abraço.

 

Meus amados irmãos em Cristo.

Intercessores…

Hoje venho pedir orações pelo meu novo CD. Especialmente queria pedir e convocar todos os Intercessores a orarem por este novo projeto. As músicas estão prontas, estamos na fase de escolha de repertório e produção. Gente, a música tem poder pra transformar vidas, trazer o Céu.

Este é o objetivo deste trabalho, portanto peço a todos que aompanham meu ministério, que orem, pois só o Poder de Deus pode fazer o que o humano não pode, e eu Creio que Deus quer usar este trabalho para abençoar Vidas.

Levante-se comigo…

Em Cristo, seu irmão Eduardo Alves.

entre em contato:

contato@eduardoalves.com.br

Este foi o tema desta ultima quarta-feira…

Que Benção.

em breve, novo cd.

Encontrei este texto do Professor Felipe Aquino.

Muito Bom.

 
Que música você escuta?

Os jovens gostam muito de música, mas não é qualquer canção que faz bem à sua alma. A beleza da música está na sua letra e na sua melodia. É uma arte, e assim deve ser apreciada.

A música não deve ser instrumento para expressar as próprias frustrações ou irreverências; caso contrário, ela perde a sua beleza. Portanto, rejeite a que for suja e baixa; não a cante!

Os jovens gostam de música barulhenta; tudo bem, mas ela não deve ser sensual, imoral, pornográfica, erótica, entre outros. O barulho não ofende a Deus, mas o pecado, sim.

Mas saiba que qualquer som que ultrapasse a intensidade de 120 decibéis de intensidade (limiar da dor) é prejudicial à saúde e pode levá-lo à perda gradativa da audição, e também pode causar zumbido nos ouvidos e outras complicações auditivas. Muitos salões de música jovem chegam aos 120 decibéis; por isso, cuidado: a poluição sonora mata células nervosas do cérebro, responsáveis pela audição, e essas células não se reproduzem.

Sabemos que hoje muitas músicas estão repletas de palavrões, baixarias, até ofensas a Deus. Outras, como alguns rock pesados (heavy metal), estão repletas de violência, pornografia, exaltação ao demônio, instigação ao sexo, etc. Tudo isso precisa ser evitado e renunciado com o propósito de não aderir a essas músicas e shows. Especialmente os shows e festivais de rock pesado, e outros ritmos, pois, são, muitas vezes, ocasiões de consumo de droga e liberação dos mais baixos instintos sexuais e violentos; por vezes até com práticas de demonismo, bruxarias e coisas semelhantes.

Muitas vezes o jovem ouve ou canta uma música em inglês sem saber a letra, e pode estar cantando e ouvindo mensagens erradas. Muitos roqueiros terminaram de maneira triste as suas vidas, ainda na juventude. Veja alguns casos:

Brian Jones, dos Rollings Stones, morreu afogado em sua piscina, sob a influência de drogas e bebidas.

Janis Joplin, “rainha da música rock”, morreu de overdose de heroína.

Jimi Hendrix, morreu sufocado no seu vômito, após embriagar-se e tomar sedativos.

Ron Mckernan, Grateful Dead, sucumbiu por um envenenamento lento de bebida alcoólica.

Marc Bolan, líder guitarrista e compositor de canções da T-Rex, que atribuiu o seu sucesso à magia negra, morreu num misterioso acidente de automóvel.

Elvis Presley, conhecidíssimo, morreu devido ao consumo de drogas.

Keith Moon, The Who, suicidou-se.
Sid Vicious, Sex Pistols, apunhalou a sua companheira e em seguida, aplicou-se heroína até morrer. John Bonhan, Led Zepplin, morreu asfixiado pelo seu vômito, após tomar 40 copos de vodca.

Bon Scott, AC/DC, autor de “Rodovia para o inferno”, morreu asfixiado pelo seu vômito após passar a noite bebendo.

John Lennon, The Beatles, foi morto a tiros por um fã. Pete Farndon, Pretenders, foi encontrado morto na banheira com a seringa de heroína ainda no braço. Marvin Gaye, após uma briga com o seu pai, morreu em consequência dos ferimentos à bala, causados por sua própria culpa.
Yogi Horton, famoso baterista, saltou do 17º andar de um prédio em Nova York.
Jaco Pastorius, baixista de Jazz e Rock, foi ferido gravemente numa pancadaria e morreu por causa desses ferimentos.
Roy Bucaran, um dos mais famosos guitarristas de rock e blues do mundo, enforcou-se embriagado numa cela de desintoxicação.

Esses casos são apenas os mais famosos; esta lista poderia ser aumentada em mais de 20 outros casos. São nomes que os jovens conhecem. É o caso de perguntar: Você escolheria um desses para ser o seu mestre? Ou como dizem os jovens, o seu ídolo? É este caminho de morte que você quer para a sua vida?

É sabido que alguns cantores de rock pesado e seus adeptos praticam o satanismo. Os nomes dos conjuntos mostram isso:
“Black Sabbath” (Missa Negra); os membros gostam de se chamar de “adoradores do diabo do rock”. KISS – “Knights In Satan Service” (Cavaleiros a Serviço de Satanás). WASP – “We Are Satan’s People”( Nós somos o povo de Satanás), ou: “We Are Sexual Perverts” (Nós Somos Pervertidos Sexuais), ou: Vernom (Veneno de Serpente), o grupo se considera como “o braço esquerdo do Senhor Satanás na Terra”.

Os títulos de suas canções também mostram isso:
“Rodovia para o inferno”- um hino internacional e praticamente um credo para os amigos do “hardrock” .
“Sinos do Inferno”; “O Número da Besta”; “Chame o Diabo”; “O Pedido de Sua Majestade Satânica”; e a música “Simpatia pelo Diabo”, que se tornou como que o hino oficial para os adoradores de Satanás na América do Norte.

O conjunto Black Sabbath, da Inglaterra, fez um pacto com Satanás durante um “batismo” demoníaco.

É preciso que você saiba que muitas vezes os jovens cantam essas músicas sem saber o que estão cantando, e, assim, estão louvando a satanás.

Professor Felipe Aquino

Achei este texto muito bom, confira ai

Reinaldo B. Reis

Data de publicação: 14/04/2009


A 10 anos de outubro de 1973, no primeiro encontro que os responsáveis pela Renovação Carismática tiveram com Paulo VI, o Papa destacou como característica da Renovação: “O gosto por uma oração profunda, pessoal e comunitária, um retorno à contemplação e uma ênfase colocada no louvor a Deus!”

Se há alguma coisa que se pode – em grande escala – creditar à Renovação Carismática na espiritualidade do catolicismo dos últimos tempos, essa é, sem dúvidas, o resgate e a prática da oração de louvor, pessoal ou coletivo, espontâneo e inspirado…

Primordialmente, a vocação de nossos grupos de oração é proclamar as maravilhas, a grandeza e o poder de Deus, através da adoração, do louvor, de ação de graças. O louvor em si, é a exaltação, a glorificação de Deus pela sua criatura, que brotam da admiração pelo que Ele é e opera na História da Salvação!

Diz o Pe. Alírio Pedrini que “louvar é elogiar, aplaudir, parabenizar, é falar bem de alguém. É engrandecer e exaltar”. E, falando dos muitos motivos que temos para glorificar a Deus, divide-os em três grupos: “Primeiro você louva a Deus por aquilo que Ele é; depois por aquilo que Ele fez e faz; e, por fim, você louva a Deus por aquilo que Ele lhe fez e faz…”

Falando à Renovação Carismática, na Itália, a 14 de março de 2002, disse João Paulo II: “Faço votos cordiais para que a Renovação no Espírito seja na Igreja uma verdadeira ‘escola’ de oração e de ascese, de virtude e de santidade. De maneira especial continuai a amar e fazer com que se ame a oração de louvor, forma de prece que mais imediatamente reconhece que Deus é Deus: Canta-O por Ele mesmo, glorifica-O pelo que Ele é, antes mesmo do que por aquilo que Ele faz”.

Quando nos reunimos em louvor, estamos, em certo sentido, cumprindo a finalidade para a qual fomos criados. Paulo, falando aos Efésios (C.f1,3-14), nos ensina que fomos eleitos desde antes da criação do mundo (…) e adquiridos para o louvor de Sua Glória. Esse, aliás, foi o primeiro ato da Igreja recém-contemplada com o dom da Promessa do Espírito, em Pentecostes: “Todos nós os ouvimos apregoar, em nossas línguas, as maravilhas de Deus” (At 2,11), disseram os presentes.

Há, na literatura carismática, abundante material a respeito da importância e da prática do louvor. É necessário que os responsáveis por nossas reuniões de oração se emprenhem em permanentemente instruir o nosso povo a respeito desse notabilíssimo componente da identidade carismática. Não se deve ter por suposto que as pessoas que freqüentam as reuniões de oração já saibam louvar, e já compreendem o seu valor. É claro que, aprende-se também a louvar pela observação dessa prática na vida dos outros. “Progredir na expressão de louvor é um dom de Deus, mas podemos tomar medidas condizentes para torná-lo mais fácil para Ele no-lo dar”, dizia, nos primórdios da Renovação, Bert Ghezzi, “Não só é conveniente treinar as pessoas em atividades espirituais, como também não é espiritual deixar de fazê-lo”, complementava ele. Quando instruídos, demonstramos boa vontade em aprender, permitimos ao Senhor que, mais facilmente nos ensine…

Aprendamos a louvar. Exercitemo-nos no louvor. Afinal, parece ser esse – segundo Agostinho – o nosso futuro eterno: “Como será intensa aquela felicidade, onde não haverá nenhum mal, onde não faltará nenhum bem, e onde não faremos outra coisa senão louvar a Deus, que será tudo para todos.” (A cidade de Deus, XXII,30,1)

Fonte: Texto publicado Revista Brasil Cristão – Abril/2009louvor3-full